terça-feira, 4 de dezembro de 2012
PARNASIANISMO
Parnasianismo
O que é parnasianismo, obras, origem, tríade parnasiana, parnasianismo no Brasil, características, resumo, poesias
O que é parnasianismo, obras, origem, tríade parnasiana, parnasianismo no Brasil, características, resumo, poesias

A "Tríade Parnasiana": Olavo Bilac, Raimundo Correia e Alberto de Oliveira
Introdução
A
Parnasianismo foi um movimento literário que surgiu na França, na metade do
século XIX e se desenvolveu na literatura européia, chegando ao Brasil. Esta
escola literária foi uma oposição ao romantismo, pois representou a
valorização da ciência e do positivismo.
O nome parnasianismo surgiu na França e deriva do termo "Parnaso",
que na mitologia grega era o monte do deus Apólo e das musas da poesia.
Na
França, os poetas parnasianos que mais se destacaram foram: Théophile
Gautier, Leconte de Lisle, Théodore de Banville e José Maria de Heredia.
Características
do Parnasianismo
-
Objetividade no tratamento dos temas abordados. O escritor parnasiano
trata os temas baseando na realidade, deixando de lado o subjetivismo e a
emoção;
-
Impessoalidade: a visão do escritor não interfere na abordagem dos fatos;
-
Valorização da estética e busca da perfeição. A poesia é valorizada por
sua beleza em sí e, portanto, deve ser perfeita do ponto de vista estético;
-
O poeta evita a utilização de palavras da mesma classe gramatical em suas
poesias, buscando tornar as rimas esteticamente ricas;
-
Uso de linguagem rebuscada e vocabulário culto;
-
Temas da mitologia grega e da cultura clássica são muito frequentes nas poesias parnasianas;
-
Preferência pelos sonetos;
-
Valorização da metrificação: o mesmo número de sílabas poéticas é usado
em cada verso;
-
Uso e valorização da descrição das cenas e objetos.
Parnasianismo no Brasil
No Brasil, o parnasianismo chegou na segunda metade do século XIX e teve força até o movimento modernista (Semana de Arte Moderna de 1922).
Os
principais representantes do parnasianismo brasileiro foram:
-
Alberto de Oliveira. Obras principais: Meridionais (1884), Versos e Rimas
(1895), Poesias (1900), Céu, Terra e Mar (1914), O Culto da Forma na Poesia
Brasileira (1916).
-
Raimundo Correia. Obras principais: Primeiros Sonhos (1879), Sinfonias(1883),
Versos e Versões(1887), Aleluias(1891), Poesias(1898).
-
Olavo Bilac. Obras principais: Poesias (1888), Crônicas e novelas (1894), Crítica e fantasia (1904),
Conferências literárias (1906), Dicionário de rimas (1913), Tratado de versificação (1910),
Ironia e piedade, crônicas (1916), Tarde (1919).
-
Francisca Júlia. Obras principais: Mármores (1895), Livro da Infância
(1899), Esfínges (1903), Alma Infantil (1912).
-
Vicente de Carvalho. Obras principais: Ardentias (1885), Relicário (1888), Rosa, rosa de
amor (1902), Poemas e canções, (1908), Versos da mocidade (1909), Páginas
soltas (1911), A voz dos sinos, (1916).
*
Olavo Bilac, Alberto de Oliveira e Raimundo Correia formaram a chamada
"Tríade Parnasiana".
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
TROVADORISMO,HUMANISMO,CLACISSISMO,RENASCIMENT...
TrovadorismoOrigem do trovadorismo, os trovadores, literatura medieval, literatura
portuguesa, história da Idade Média, cantigas de amor, cantigas de amigo, de
escárnio e maldizer, cancioneiros, livros, canções, música, uso de instrumentos
musicais

Iluminura medieval: trovador
Introdução
Podemos dizer que o trovadorismo foi a primeira
manifestação literária da língua portuguesa. Surgiu no século XII, em plena Idade Média, período em que Portugal estava no
processo de formação nacional.
Marco
inicial
O marco inicial
do Trovadorismo é a “Cantiga da Ribeirinha” (conhecida também como “Cantiga da
Garvaia”), escrita por Paio Soares de Taveirós no ano de 1189. Esta fase da literatura portuguesa vai até o
ano de 1418, quando começa o Quinhentismo.
Trovadores
Trovadores
Na lírica
medieval, os trovadores eram os artistas de origem nobre, que compunham e
cantavam, com o acompanhamento de instrumentos musicais, as cantigas (poesias
cantadas). Estas cantigas eram manuscritas e reunidas em livros, conhecidos como
Cancioneiros. Temos conhecimento de apenas três Cancioneiros. São eles:
“Cancioneiro da Biblioteca”, “Cancioneiro da Ajuda” e “Cancioneiro da
Vaticana”.
Os trovadores de maior destaque na lírica galego-portuguesa são: Dom Duarte, Dom Dinis, Paio Soares de Taveirós, João Garcia de Guilhade, Aires Nunes e Meendinho.
No trovadorismo galego-português, as cantigas são divididas em: Satíricas (Cantigas de Maldizer e Cantigas de Escárnio) e Líricas (Cantigas de Amor e Cantigas de Amigo).
Cantigas de Maldizer: através delas, os trovadores faziam sátiras diretas, chegando muitas vezes a agressões verbais. Em algumas situações eram utilizados palavrões. O nome da pessoa satirizada podia aparecer explicitamente na cantiga ou não.
Cantigas de Escárnio: nestas cantigas o nome da pessoa satirizada não aparecia. As sátiras eram feitas de forma indireta, utilizando-se de duplos sentidos.
Cantigas de Amor: neste tipo de cantiga o trovador destaca todas as qualidades da mulher amada, colocando-se numa posição inferior (de vassalo) a ela. O tema mais comum é o amor não correspondido. As cantigas de amor reproduzem o sistema hierárquico na época do feudalismo, pois o trovador passa a ser o vassalo da amada (suserana) e espera receber um benefício em troca de seus “serviços” (as trovas, o amor dispensado, sofrimento pelo amor não correspondido).
Cantigas de Amigo: enquanto nas Cantigas de Amor o eu-lírico é um homem, nas de Amigo é uma mulher (embora os escritores fossem homens). A palavra amigo nestas cantigas tem o significado de namorado. O tema principal é a lamentação da mulher
Os trovadores de maior destaque na lírica galego-portuguesa são: Dom Duarte, Dom Dinis, Paio Soares de Taveirós, João Garcia de Guilhade, Aires Nunes e Meendinho.
No trovadorismo galego-português, as cantigas são divididas em: Satíricas (Cantigas de Maldizer e Cantigas de Escárnio) e Líricas (Cantigas de Amor e Cantigas de Amigo).
Cantigas de Maldizer: através delas, os trovadores faziam sátiras diretas, chegando muitas vezes a agressões verbais. Em algumas situações eram utilizados palavrões. O nome da pessoa satirizada podia aparecer explicitamente na cantiga ou não.
Cantigas de Escárnio: nestas cantigas o nome da pessoa satirizada não aparecia. As sátiras eram feitas de forma indireta, utilizando-se de duplos sentidos.
Cantigas de Amor: neste tipo de cantiga o trovador destaca todas as qualidades da mulher amada, colocando-se numa posição inferior (de vassalo) a ela. O tema mais comum é o amor não correspondido. As cantigas de amor reproduzem o sistema hierárquico na época do feudalismo, pois o trovador passa a ser o vassalo da amada (suserana) e espera receber um benefício em troca de seus “serviços” (as trovas, o amor dispensado, sofrimento pelo amor não correspondido).
Cantigas de Amigo: enquanto nas Cantigas de Amor o eu-lírico é um homem, nas de Amigo é uma mulher (embora os escritores fossem homens). A palavra amigo nestas cantigas tem o significado de namorado. O tema principal é a lamentação da mulher
pela falta do amado.
Panorama histórico
Com o surgimento da burguesia e o enfraquecimento do poder dos senhores feudais, inicia-se um período em que as relações comerciais se avolumam: o mercantilismo. O poder passa a centralizar-se nas mãos do Rei, que procura atender aos interesses da classe emergente, pois é ela quem concentra agora as riquezas. Assim se expandem as fronteiras comerciais, através das navegações ultramarinas e Portugal faz sua primeira conquista em 1415, tomando a região de Ceuta.
Em 1348, a peste negra dizima um terço da população portuguesa gerando, nos anos seguintes, uma considerável escassez de mão-de-obra para as pequenas indústrias artesanais que surgem.
As relações sociais se alteram. Os nobres empobrecem e as pessoas de classes sociais menos favorecidas começam a enriquecer, através do comércio.
A Igreja vai, aos poucos, perdendo seu poder, agravado pelo surgimento de uma divisão interna que leva à existência de dois papas, um na França e outro na Itália. Com isso, o teocentrismo e a religiosidade, marcantes na Idade Média, começam a decrescer. O progresso, as navegações e o predomínio do poder econômico sobre o status da nobreza fazem com que o homem se descubra como senhor de sua própria vida e não como mero reflexo de Deus. Esta visão antropocêntrica (o homem como centro do universo) culmina com o aparecimento do Renascimento, na busca dos ideais clássicos como forma de recuperar a independência do espírito humano.
Panorama Cultural
O Humanismo foi um movimento cultural que se definiu na Itália, no século XIV, período de transição entre a Idade Média e o Renascimento.
Petrarca foi um dos precursores do Humanismo (1304-1374). De certo modo, Petraca representa um traço de união entre a vida intelectual moderna e a Idade Média.
As produções do Humanismo revelam a passagem do teocentrismo para o antropocentrismo. As pinturas não têm mais como tema único as cenas religiosas, passando a retratar também aspectos da vida mundana. A produção diminui e verificam-se períodos de tendência medieval alternando-se com fases nitidamente humanistas.
ClassicismoO que é classicismo, características, resumo,
representantes, artistas, músicos, Neoclassicismo

Exemplo de obra do classicismo (autor: Andrea Mantegna)
Introdução
O
classicismo é um movimento cultural que valoriza e resgata elementos artísticos
da cultura clássica (greco-romana). Nas artes plásticas, teatro e literatura, o
classicismo ocorreu no período do Renascimento Cultural
(séculos XIV ao XVI). Já na música, ele apareceu na metade do século XVIII
(Neoclassicismo).
Características do Classicismo:
- Valorização dos aspectos culturais e filosóficos da cultura das antigas Grécia e Roma;
- Valorização dos aspectos culturais e filosóficos da cultura das antigas Grécia e Roma;
- Influência do
pensamento humanista;
-
Antropocentrismo: o homem como o centro do Universo;
- Críticas as
explicações e a visão de mundo pautada pela religião;
- Racionalismo:
valorização das explicações baseadas na ciência;
- Busca do
equilíbrio, rigor e pureza formal;
- Universalismo:
abordagem de temas universais como, por exemplo, os sentimentos humanos.
Principais representantes do Classicismo dos séculos XIV ao XVI:
- Na literatura destacou-se o escritor português Camões, autor da grandiosa obra Os Lusíadas. Podemos também destacar os escritores: Dante Alighieri, Petrarca e Boccacio.
- Nas artes
plásticas, podemos destacar: Leonardo da Vinci, Michelangelo, Rafael
Sanzio, Andrea Mantegna, Claudio de Lorena entre
outros.
Renascimento CulturalHistória do Renascimento Cultural, artistas do Renascimento Artístico,
Renascimento Científico,
arte na Renascença Italiana, grandes obras de artistas italianos, resumo
arte na Renascença Italiana, grandes obras de artistas italianos, resumo

Davi: obra de Michelangelo (grande escultor e pintor italiano)
Introdução
Durante os séculos XV e XVI intensificou-se, na Europa, a produção artística e científica. Esse período ficou conhecido como Renascimento ou Renascença.
Durante os séculos XV e XVI intensificou-se, na Europa, a produção artística e científica. Esse período ficou conhecido como Renascimento ou Renascença.
Contexto Histórico
As conquistas marítimas e o contato mercantil com a Ásia ampliaram o comércio e a diversificação dos produtos de consumo na Europa a partir do século XV. Com o aumento do comércio, principalmente com o Oriente, muitos comerciantes europeus fizeram riquezas e acumularam fortunas. Com isso, eles dispunham de condições financeiras para investir na produção artística de escultores, pintores, músicos, arquitetos, escritores, etc.
As conquistas marítimas e o contato mercantil com a Ásia ampliaram o comércio e a diversificação dos produtos de consumo na Europa a partir do século XV. Com o aumento do comércio, principalmente com o Oriente, muitos comerciantes europeus fizeram riquezas e acumularam fortunas. Com isso, eles dispunham de condições financeiras para investir na produção artística de escultores, pintores, músicos, arquitetos, escritores, etc.
Os
governantes europeus e o clero passaram a dar
proteção e ajuda financeira aos artistas e intelectuais da época. Essa ajuda,
conhecida como mecenato, tinha por objetivo fazer com que esses mecenas (governantes
e burgueses) se tornassem mais populares entre as populações das regiões onde
atuavam. Neste período, era muito comum as famílias nobres encomendarem
pinturas (retratos) e esculturas junto aos artistas.
Foi na Península Itálica que o comércio mais se desenvolveu neste período, dando origem a uma grande quantidade de locais de produção artística. Cidades como, por exemplo, Veneza, Florença e Gênova tiveram um expressivo movimento artístico e intelectual. Por este motivo, a Itália passou a ser conhecida como o berço do Renascimento.
Foi na Península Itálica que o comércio mais se desenvolveu neste período, dando origem a uma grande quantidade de locais de produção artística. Cidades como, por exemplo, Veneza, Florença e Gênova tiveram um expressivo movimento artístico e intelectual. Por este motivo, a Itália passou a ser conhecida como o berço do Renascimento.
Características Principais:
- Valorização da cultura greco-romana. Para os artistas da época renascentista, os gregos e romanos possuíam uma visão completa e humana da natureza, ao contrário dos homens medievais;
- As qualidades mais valorizadas no ser humano passaram a ser a inteligência, o conhecimento e o dom artístico;
- Enquanto na Idade Média a vida do homem devia estar centrada em Deus ( teocentrismo ), nos séculos XV e XVI o homem passa a ser o principal personagem (antropocentrismo);
- A razão e a natureza passam a ser valorizadas com grande intensidade. O homem renascentista, principalmente os cientistas, passam a utilizar métodos experimentais e de observação da natureza e universo.
- Valorização da cultura greco-romana. Para os artistas da época renascentista, os gregos e romanos possuíam uma visão completa e humana da natureza, ao contrário dos homens medievais;
- As qualidades mais valorizadas no ser humano passaram a ser a inteligência, o conhecimento e o dom artístico;
- Enquanto na Idade Média a vida do homem devia estar centrada em Deus ( teocentrismo ), nos séculos XV e XVI o homem passa a ser o principal personagem (antropocentrismo);
- A razão e a natureza passam a ser valorizadas com grande intensidade. O homem renascentista, principalmente os cientistas, passam a utilizar métodos experimentais e de observação da natureza e universo.
Durante os séculos
XIV e XV, as cidades italianas como, por exemplo, Gênova, Veneza e Florença,
passaram a acumular grandes riquezas provenientes do comércio. Estes ricos
comerciantes, conhecidos como mecenas, começaram a investir
nas artes,
aumentando assim o desenvolvimento artístico e cultural. Por isso, a Itália é
conhecida como o berço do Renascentismo. Porém, este movimento cultural não se
limitou à Península Itálica. Espalhou-se para outros países europeus como, por
exemplo, Inglaterra, Espanha, Portugal, França, Polônia
e Países Baixos.
Principais representantes do Renascimento Italiano e suas principais
obras:
-
Giotto di
Bondone (1266-1337) - pintor e arquiteto italiano. Um dos precursores do
Renascimento. Obras principais: O Beijo de Judas, A Lamentação e Julgamento
Final.
- Michelangelo Buonarroti (1475-1564)- destacou-se em arquitetura, pintura e escultura.Obras principais: Davi, Pietá, Moisés, pinturas da Capela Sistina (Juízo Final é a mais conhecida).
- Rafael Sanzio (1483-1520) - pintou várias madonas (representações da Virgem Maria com o menino Jesus).
- Leonardo da Vinci (1452-1519)- pintor, escultor, cientista, engenheiro, físico, escritor, etc. Obras principais: Mona Lisa, Última Ceia.
- Sandro Botticelli - (1445-1510)- pintor italiano, abordou temas mitológicos e religiosos. Obras principais: O nascimento de Vênus e Primavera.
- Michelangelo Buonarroti (1475-1564)- destacou-se em arquitetura, pintura e escultura.Obras principais: Davi, Pietá, Moisés, pinturas da Capela Sistina (Juízo Final é a mais conhecida).
- Rafael Sanzio (1483-1520) - pintou várias madonas (representações da Virgem Maria com o menino Jesus).
- Leonardo da Vinci (1452-1519)- pintor, escultor, cientista, engenheiro, físico, escritor, etc. Obras principais: Mona Lisa, Última Ceia.
- Sandro Botticelli - (1445-1510)- pintor italiano, abordou temas mitológicos e religiosos. Obras principais: O nascimento de Vênus e Primavera.
-
Tintoretto -
(1518-1594) - importante pintor veneziano da fase final do Renascimento. Obras
principais: Paraíso e Última Ceia.
-
Veronese -
(1528-1588) - nascido em Verona, foi um importante pintor maneirista do
Renascimento Italiano. Obras principais: A batalha de Lepanto e São Jerônimo no
Deserto.
- Ticiano -
(1488-1576) - o mais importante pintor da Escola de Veneza do Renascimento
Italiano. Sua grande obra foi O
imperador Carlos V em Muhlberg de 1548.
Renascimento Científico
Na
área científica podemos mencionar a importância dos estudos de astronomia do
polonês Nicolau
Copérnico. Este defendeu a revolucionária idéia do heliocentrismo
(teoria que defendia que o Sol estava no centro do sistema solar). Copérnico
também estudou os movimentos das estrelas.
Galileu Galilei: um dos principais representantes do Renascimento
Científico
Nesta mesma área, o italiano Galileu Galilei
desenvolveu instrumentos ópticos, além de construir telescópios para aprimorar o
estudo celeste. Este cientista também defendeu a idéia de que a Terra girava em
torno do Sol. Este motivo fez com que Galilei fosse perseguido, preso e
condenado pela Inquisição da Igreja
Católica, que considerava esta idéia como sendo uma heresia. Galileu teve que
desmentir suas idéias para fugir da fogueira.
A
invenção da prensa móvel, feita pelo inventor alemão Gutenberg em 1439,
revolucionou o sistema de produção de livros no século XV. Com este sistema, que
substituiu o método manuscrito, os livros passaram a ser feitos de forma mais
rápida e barata. A invenção foi de extrema importância para o aumento da
circulação de conhecimentos e ideias no Renascimento.
terça-feira, 23 de outubro de 2012
XVIII ENCONTRO COM O VESTIBULANDO
ESCOLA DEODORO DE MENDONÇA
Todos anos acontece este encontro no Deodoro de Mendonça.
Eu pela primeira vez estou participando,pra mim tem sido de suma importância, pois está contribuído para meu aprendizado para o ENEN.
Eu só tenho a agradecer ao professor Augusto Chaves e toda sua equipe,também aos professores que se dispoem a contribuir neste encontro deixando os seus descanço para passar os seus conhecimentos,que por sinal é de primeira qualidade.
É de pessoas assim que o nosso país precisa,que fazem o seu melhor sem nada em troca, em prol do outro, eles fazem a diferença.
O encontro começou no dia 28/09 irá até o as véspera do ENEM.
Vai haver inscrição para o preparatório da UFPA,logo depois das provas do ENEM.
A inscrição é no próprio colégio.,participe é muito bom,você não paga nada, o tratamento é vipe
Almoço,lanche, das nove e das 16:00 hs.
A equipe é nota 1000! Ass. Evanilde Fortes
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
TRABALHO DE LITERATURA
PROFª: SIMONE CARNEIRO
LIVRO ESAÚ E JACÓ
AUTOR MACHADO DE ASSIS
Publicado em 1904, ESAÚ E JACÓ, é o penúltimo romance de Machado de Assis
O titulo e extraído da bíblia,remetendo-nos,Gênesis: a história de Rebeca,que previlegia o filho Jacó do outro filho Esaú,fazendo-os inimigos irreconciliáveis.
A inimizade dos gêmeos Pedro e Paulo,do romance Machado,não tem causa explícita,dai a denominação de romance " Ab OVO" (desde o ovo).
Até os seus amores,os gêmeos são competitivos.Flora a moça de quem ambos gostam,se entretém com um e outro,sem se decidir por nenhum dos dois.A moça é retraída,modesta,e seu temperamento avessos a festas e alegrias,isso levou o Conselheiro Aires a dizer que ela era "Inexplicável".
O Conselheiro Aires é mais um dos personagem da galeria machadiana,que reaparecerá como memorialista do próximo e último romance do autor:
Velho diplomata aposentado, de hábitos discretos e gosto requisitado,amante da citações eruditas, muitas vezes interpreta o pensamento do próprio romancista.
As divergências entre os irmãos continuam, muito embora,com a morte de Flora.
O Conselheiro Aires é mais um grande personagem da galeria Machadiana ,que reaparecerá como memorialista no próximo é último romance do autor: velho diplomata, aposentado, de hábitos discretos e gosto requintado,amante das citações eruditas, muitas vezes interpreta o pensamento do próprio romancista.
as divergências entre os irmãos continuam,muito embora com a morte de flora,tenham jurado junto a seu túmulo uma reconciliação perpétua.
a morte da moça da moça,porém,une temporariamente os gêmeos,mais tarde,também morte Natividade cria uma trégua entre ambos, mais logo se lançam ás disputas.
Pedro era a favor do império ,Paulo República.
Pedro foi estudar medicina,Paulo direito.
Continuam a se desentender ,agora em plena tribuna,depois que ambos se elegeram deputados por dois partidos diferentes,absolutamente irreconciliáveis:
Cumpre-se, portanto,a previsão da adivinha: ambos seriam grandes, mas inimigos.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
IMAGEM DAS VISITAS TECNICAS, E COMEMORAÇÕES.
| VISITA MUSEU DA UFPA JUNHO 2012(5ºSEMESTRE) |
UM BATE-PAPO COM OS ESCRITORES PARAENSE
NA CASA DA LEITURA.
![]() |
| PRºS INFORMÁTICA WANDER,QUIMICA PAULO,FILOSOFIA |
FEIRA DO LIVRO.
| PRªS BIOLOGIA CELIANA/,INGLÊS NITZA /LURDES QUIMICA. |
| TODO CONHECIMENTOS QUE |
| VISITA NA EMBRAPA |
| APRENDEMOS COM ESSES MESTRES DA EDUCAÇÃO |
| ANIVERSARIO DA IONE |
É A UNICA COISA QUE IREMOS |
| PRº PAULO (QUIMICA) |
| FEIRA DO LIVRO |
| HORA DO LANCHE. |
| A TURMA JUNTO COM A GUIA NO PALACIO DA PREFEITURA. |
| VISITA NO PREDIO DA PREFEITURA. |
| IVANA,SOCORRO E LUIZA. |
![]() |
| VISITA ENBRAPA |
SEMANA DA PATRIA
QUERIDA PRª SIMONE CARNEIRO.
Gil Vicente

( ~1465 - 1536)
Teatrólogo e ator português nascido em lugar ignorado, criador do teatro em Portugal, também chamado de teatro vicentino, basicamente caracterizado pela sátira. Sua biografia ainda permanece uma incógnita, não havendo provas definitivas que possam estabelecer com segurança sua identidade. Sua carreira teatral começou de forma inusitada: por ocasião do nascimento do filho de D. Manuel e D. Maria de Castela (1502), ele entrou nos aposentos reais e, diante da corte surpresa, declamou um monólogo que tinha escrito em castelhano, o Monólogo do vaqueiro ou Auto da visitação, um texto sobre como um simples homem do campo expressava sua alegria pelo nascimento do herdeiro, desejando-lhe felicidades. A interpretação entusiasmou a corte, que lhe pediu a repetição na passagem do Natal.Ele aceitou o convite, mas apresentou outro texto, o Auto pastoril castelhano, que também fez sucesso. Tinha início, assim, uma brilhante carreira, que se estenderia por mais de 30 anos, no período histórico mais progressista da vida portuguesa. Há poemas seus no Cancioneiro geral, organizado e publicado (1516) por Garcia de Resende. No reinado de D. João III e com o reconhecimento da irreversível decadência do comércio oriental (1530), Portugal mergulha na sua crise mais profunda, que levaria ao desastre de Alcácer-Quibir e ao domínio espanhol (1580). Escreveu autos, comédias e farsas, em castelhano e em português. Foram 44 peças, sendo 17 escritas em português, 11 em castelhano e 16 bilíngües.
A sua mais famosa peça teatral foi a Trilogia das barcas, formada pelo Auto da barca do Purgatório, Auto da Barca do Inferno e Auto da barca da Glória. Outras importantes foram Farsa de Inês Pereira (1523) e Auto da Lusitânia (1532). Também chamado de o Plautus Português, sua última peça foi Floresta de enganos (1536), mas há dúvidas sobre o local e o ano exatos de sua morte. Seu filho, Luís Vicente, publicou a compilação de todas as peças do pai (1562), porém a obra deixou muito a desejar por ser incompleta e pelas alterações ocorridas em vários textos. Seus tipos humanos são tipos sociais que caracterizaram bem o teatro vicentino.
A a maior parte desses personagens não têm nome de batismo e são designados pela profissão ou pelo tipo humano, como o velho apaixonado que bobamente se deixa roubar, a alcoviteira, a velha beata, o sapateiro enrolão, o escudeiro fanfarrão, o médico incompetente, o judeu ganancioso, o fidalgo decadente, a mulher adúltera, o padre corrupto etc.
Fonte: www.dec.ufcg.edu.br
TRABALHO DE LITERATURA
PRª SIMONE CARNEIRO
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